Opiniões

Desejo: Relógios da Swatch

„Lá vem, lá vem, lá vem a louca do relógio querer, mais uma vez, comprar tudo, comprar mil relógios para apenas dois braços!“.  – Meu amado marido.

Isso é o que eu ouço toda a vez que me vejo babando por um relógio. Sim, meus caros, eu amo aqueles relógios caríssimos que me enchem a boca d’água, me fazem cutucar a carteira, o salário que é pouco, o marido que acha tudo isso um exagero (o hipócrita, porque ele também ama relógios). A razão, que é pouca, manda eu parar com a frescura e fechar os olhos diante de tanta lindeza. Eu nem vejo o preço, mas acabo gostando do mais caro para o meu azar, mas aí eu esbarro com uma loja da Swatch e descubro que eles também vendem objetos de desejo por um preço justo!

Veja se eu não tenho razão:

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É de lascar, viu? Não contente com a beleza, eles resolveram ainda fazer um de cada cor, para que a gente fique doente, querendo tudo.

A minha opinião? Isso é pura sacanagem. Não é, Fry?

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Swatch, „cala a boca e leva o meu dinheiro!“.

Aqui vai um close para os mazoquistas:

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Agora para as madames clássicas e chiques:

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Para adoçar:

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Hmmmm… delícia!!!

Quero todos!!!

O site da Swatch no Brasil é o http://www.swatch.com.br e na Alemanha é o http://www.swatch.de .

Se joga!!!

Beijos pontuais da Alemanha,

Nanda

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Compras, Opiniões, Resenhas

Review/Resenha Avène Cleanance Gel de Limpeza Facial

O post de hoje é bem espontâneo. Movido pelo desgosto de mais uma compra errada, resolvi contar para vocês o produto de limpeza facial que estou usando a mais ou menos 2 anos, e que não troco por nada nesse mundo e sempre me arrependo quando compro outro quando o estoque acaba. O nome gringo dele é Cleanance Seifenfreies Reinigungsgel. hahahaha Não, eu não falei nada sobre a sua santa mãezinha, o negócio se chama assim mesmo aqui… traduzindo, ele é um gel de limpeza facial sem sabão. Legal, né?

Essa linha da Avène é a minha predileta no verão… uso tudo mesmo, de gel de limpeza ao tônico, creme para a noite e para o dia. No inverno uso também algo da Avène mas da linha para pele sensíveis. O gel de limpeza é o mesmo de verão a inverno.

Nunca fui dessas pessoas que são fiéis a um produto só por anos e anos e nem provam nada novo porque sabem que o que usam já é o melhor. Não mesmo. Sou curiosa, adoro experimentar novos produtos, por isso acabo testando muita coisa. E mesmo assim, não consegui achar nada melhor do que esse gel.

Olha como ele é:

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Então, ele é bem fluido, mas é potente. Um frasco de 200ml dura 6 meses! Eu disse SEIS meses! Levando em consideração o preço, uns 12 euros (ou 36 reais +ou-) é uma super pechincha. Espuma muito, dura muito, limpa a pele sem ressecar, manda as espinhas e os poros abertos para a casa da „porta que abriu“ e ainda dura uma eternidade. Quer mais? Ele não irrita a pele de jeito nenhum, podendo ser usado também em peles sensíveis (como a minha!).

Hoje o meu frasco acabou. Fui na farmácia e eles não tinham, então, para quebrar o galho, comprei um outro gel de limpeza da Lavera, marca alemã de cosméticos orgânicos e vegan. Que erro. O troço não chega nem às unhas dos pés do meu amado.

Aqui tem um vídeo mostrando a consistência dele e como usá-lo no rosto:

 

Para saber mais sobre a Avène e a sua linha de produtos, ingredientes, etc, acesse o site da marca: http://www.eau-thermale-avene.com.br/rosto/cuidados-especificos/pele-de-tendencia-acneica/cleanance-gel

Se usarem, me contem o que acharam, ok?

Beijos congelados, porém ensolarados, da Alemanha,

Nanda

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Opiniões

Objetivo de vida: ostentar, custe o que custar

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Gente, fiquem orgulhosos de mim, finalmente o meu bloqueio para escrever deixou esse corpo lindo and amarelo e foi para a casa da p… que o pariu. Estou realmente inspirada nesses últimos dias. Também, com tanta barbaridade acontecendo, não há quem não queira dar uma reclamadinha, né?

Eu estava maquinando esse post a muitos anos. Esse terreno é como areia movediça que, quanto mais vc se mexe, mais afunda. Mas já que  eu não estou nem aí, vamos afundar!

O assunto de hoje é a nossa eterna mania de se dar bem, ou parecer que está se dando bem, não importa como. Eu tomo a liberdade de dizer „nossa“, pq também tenho essa mania e sei que vc que está lendo, mesmo que não admita, é do mesmo jeito. Talvez isso faça parte da evolução humana, que busquemos sempre o caminho mais fácil e prazeroso para atingir algo, ou que tenhamos que impressionar os outros ao nosso redor.

Eu vi essa foto ontem no Facebook:

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Sinceramente não me importo muito como as pessoas ganham dinheiro. Se elas trabalharam muito ou pouco. Se elas nasceram ricas ou pobres. Se elas venceram ou se deram mal na vida. O que me importa nesse momento é a fachada. É a aparência. É a vontade de ostentar o que não existe, de maquiar as coisas para que pareçam perfeitas, de querer demonstrar que a perfeição existe, apesar de tudo não passar de uma mentira.

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Eu acredito ter me  tornado uma pessoa velha no alto dos meus 26 anos. Só pode ser velhice essa coisa de acreditar naquele antigo conto de que estudar e investir em si levam vc a um lugar melhor. Conto do vigário. Pura babaquice para o mundo cibernético ou dessa sociedadezinha hipócrita que nos cerca. Porque o que vale mesmo é ostentar. E já que não há nenhum glamour no trabalho duro, nas noites em claro estudando, no trabalho maçante, no prato feito, na marmita, na universidade a ser paga, na universidade pública que entrou mais uma vez em greve, na coxinha de 1 real de cada dia, ninguém tira foto disso para postar. Claro que não. Como vc chegou lá pouco importa. Se vc ainda não chegou lá é perdedor. A vida é agora e quem ostenta hoje é rei, mesmo que amanhã esteja morrendo de fome.

Não me interessa que a (ex)vizinha mostre no Facebook que o seu filhinho de apenas 4 anos tem um tablet, oops, desculpas, um ipad. Não, eu não morava num bairro de luxo do Recife. O meu bairro tinha moradores bem simples. Tinha, porque hoje os seus moradores tem dinheiro para comprar um ipad para o filho de 4 anos, mesmo que mal tenham o que comer em casa. O que me interessa é que as pessoas não guardam o absurdo para si mesmas e as outras ainda aplaudem de pé e invejam porque não tem como dar um ipad para os próprios filhos.

Como uma ex-colega de trabalho que uma vez ligou para mim para pedir um favor. Eu, toda animada em ajudar uma das minhas primeiras colegas na Alemanha, perguntei o que poderia fazer por ela… puro erro. Ela queria perguntar se eu poderia tirar no meu nome um Iphone pós-pago para a linda filhinha de 12 anos que estaria fazendo aniversário e que queria muito muito um Iphone pq todas as outras coleguinhas na escola tb tinham um. Ela precisou se humilhar e pedir uma coisa dessas a uma pessoa quase estranha para que a sua filha de DOZE ANOS (GENTE!!!) pudesse ostentar na escola! E a tal menina sabia disso e em vez de entender que a mãe não tinha dinheiro para uma coisa dessas, ficava pressionando ela, se fazendo de vítima.

Aí vc pode me perguntar: ei, e o que é que eu tenho a ver com isso? Vc tem muito a ver com isso, pq vc pactua com esse absurdo. Vc admira a blogueira rica que anda por aí com 30 mil reais em um look e vc pensa que isso seria o ideal pra vc tb. Vc até sente inveja pq ela pode e vc não. E na primeira oportunidade vc gasta até o que não tem para comprar algo para ostentar tb. E vc terá filhos um dia e comprará pra eles Iphones para que eles sejam vistos como „ricos“ pelos coleguinhas na escola.  Vc acredita que a vida dos outros é perfeita e a sua é uma porcaria. Vc até faz das tripas coração para seguir a modinha do mês, a dietinha do mês, a trendizinha do mês pq vc mesmo não quer ser excluido. E ainda acha babaca aqueles pobres diabos que lutam contra a correnteza e vão estudar.  Ou acham que o cara que estuda é corajoso, gente boa… mas „isso não é pra mim não, eu não tenho paciência“.

Eu até entendo o amor de mãe que diz „vou dar tudo o que eu não tive aos meus filhos“, mas não entendo o fato de que esses filhos são criados para explorar os pais, para arrancar tudo deles em nome das aparências. Os pais é que se sentem culpados caso não possam dar a calça jeans que os filhos pediram. Eles se despedaçam, fazem horas extras, trabalham de dia e de noite para isso.  Os sonhos estão cada vez mais pequenos e palpáveis hoje em dia: a gente sonha hoje, o pai gasta o salário mínimo que ganha e realiza o sonho amanhã. Na minha adolescência eu sonhava em conhecer o mundo, falar várias línguas, ter uma biblioteca imensa, ter um diploma. Os jovens do rolezinho sonham com um tênis a Oaklen, um óculos Rayban, os ousados sonham com um look de boutique diferente por dia. E as vitrines das lojas do shopping são como o ideal de vida a ser alcançado por cada um, ou pelos pais deles.

Depois da repercussão do caso, a menina e a mãe dela resolveram gravar um vídeo para dar a sua versão dos fatos:

 

 

 

Bom, depois de ouvir a opinião das envolvidas, dê a sua própria opinião sobre o caso! E sim, vc tem o direito de dar opinião, já que o fato não é um fenônimo isolado, mas algo crescente que merece reflexão.

Beijos congelados da Alemanha,

Nanda

Imagens: Reprodução

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Off Topic, Opiniões

Atualizando os babados!

Oi meninos, meninas e etc (salve Sivaldo, autor dessa saudação, que sempre cumprimentou todos os indivíduos, independente de sua orientação sexual).

Para quem ainda não sabe, eu ganhei um título novo no mês de julho, mais especificamente no dia 22 julho: agora eu não sou apenas a esposa de alguém, a jurista, a blogay(ui!)ra, a filha da Maria Bonita (né, mainha?), eu sou também mãe. E nem venham me dizer que a minha princesa escolheu a mesma data para nascer que o bebê real, o principezinho George, que Sophie nasceu primeiro (às 3:50 da madrugada).

Como isso aconteceu, nem preciso explicar, né? Acho que todo mundo aprendeu isso na quarta série do ensino fundamental, por isso vou poupar os esforços e evitar a fadiga não esclarecendo algo que todo mundo conhece.

Para quem me conhece e tava curioso para saber o destino que eu tinha tomado, aqui vai: pedi demissão do emprego que tinha em outra cidade porque não aguentava mais passar horas e horas no trânsito, na estação de trem, no ônibus… eu sei que tem gente que passa por isso todos os dias, mas de alguma forma eu tinha sempre a impressão de estar jogando o meu tempo fora dentro de algum meio de transporte. Quinze dias depois de pedir demissão, recebi um telefonema de uma ex-colega de trabalho que soube que eu estava sem emprego e me chamou pra uma entrevista com o gerente regional de um banco. Apesar de já ter planejado ficar sem trabalhar alguns meses para decorar a casa e finalmente tirar a minha carteira de motorista aqui, a proposta foi tão boa, o pessoal tão legal, o emprego tão perto da nova casa, que eu aceitei. Assim, comecei a trabalhar no centro da cidade. Alguns meses depois engravidei, e aqui estou.

O trabalho é ótimo e estou no momento de licença-maternidade. Aqui na Alemanha, temos até 3 anos de licença maternidade, sendo que no primeiro ano vc recebe uma parte do seu salário (a média é calculada de acordo com o seu salário nos últimos 12 meses) e depois mais dois anos sem receber salário, mas o seu emprego fica garantido. Eu optei por passar um ano em casa, e em julho voltarei a trabalhar meio-expediente.

Eu estou planejando um série de posts para falar sobre a gravidez, parto, vida de mãe, corpo antes, durante e depois da gestação, e gostaria de saber a opinião de vcs sobre o assunto. Eu sei que muitas nem planejam ter filhos ainda… então os posts serão bem específicos para aquelas (ou aqueles) que estão passando por um momento parecido agora e querem saber como foi a minha experiência.

O que vcs preferem saber primeiro?

Aqui vai um oi da minha princesinha Sophie, com menos de um mês de vida:

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Não é a coisa mais linda do mundo???

 

Beijos congelados da Alemanha,

Nanda

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Opiniões

Precisamos falar sobre o Kevin

Breve Prólogo:

Esse post foi escrito em maio de 2012, e salvei apenas como rascunho porque não pude terminá-lo. Agora que o revisei, resolvi postar para vcs.

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Minhas queridas leitoras.

Comecei com „minhas leitoras“ porque vocês conseguiram me estragar de um jeito que eu tô me achando mais que a „Bubbaloo“, a bichona mais malhada do pedaço, de short jeans curto, morador(a) da rua onde residia no Recife, que malha a bunda o inverno inteiro para mostrá-la no verão.

Vamos parar de baboseira e recomeçar.

Bom, hoje eu vim falar de um livro que foi indicado pelo Pimentas, o „Precisamos falar sobre o Kevin“ ou “ Wir müssen über Kevin reden“ para as chiquitas que estão, como eu, se aventurando na Alemanha.

Esse foi sem dúvidas um dos livros mais profundos e polêmicos que eu li até agora. É um livro que causa mal-estar de tão verdadeiro que é. Imagine que você tenha, aos olhos da sociedade, uma vida perfeita. Você ama viajar e tem a possibilidade de viajar pelo mundo inteiro porque é dona e diretora de uma empresa de turismo. Seu marido é super apaixonado por você, vocês levam uma vida tranquila mas não chata, tudo está em seu lugr até que você, na sua plena felicidade, percebe que falta algo. Segundo os padrões sociais, todo o casal deve ter um filho, certo? Pois então era isso o que faltava para uma vida mais feliz ainda: um filho.

Até aí tudo normal ou anormalmente perfeito, mas imagine se esse filho é, desde de bebê, frio e calculista, um psicopata. O que acontece se o seu querido filhinho que vem para tornar a sua vida mais feliz na realidade se torna um assassino frio? Que aquele bebê fofinho te olha com olhos cruéis e vc pensa que está ficando louca, por se tratar apenas de um bebê. E se esse bebê cresce e faz de tudo para infernizar a sua vida, até que ele trama o desfeche perfeito para a sua vida maravilhosa?

Li. Recomendo. Claro que a obra é uma ficção, mas nos faz refletir sobre a personalidade das pessoas e as dificuldades de se criar um filho.

Há também uma versão para o cinema com a atriz Tilda Swinton. Nesse caso eu recomendo ler primeiro o livro e depois ver o filme, já que apesar de mostrar o desfecho da história, o filme não reproduz a densidade e suspense do livro (na minha opinião).

We Need to Talk About Kevin (Precisamos Falar Sobre o Kevin) (1)

 

Fotos: Google images.

Beijos congelados da Alemanha,

Nanda

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Tirando as teias (ou reencontro)

Reencontro

(Sorriso).

Sempre que reencontro alguém que não vejo há algum tempo, abro um sorriso. Veja bem, eu digo sempre porque tenho pouquíssimos desafetos e tenho a sorte de nunca topar com eles. Por isso repito: sempre que reencontro alguém abro um sorriso pelo prazer do reencontro.

Ontem eu achei o site da escola onde estudei, e analizei saudosamente as fotos das dependências que estão ainda gravadas na minha memória infantil e adolescente. Eu vivi tantos momentos bons e ruins naquela escola… bateu uma saudade dos professores, dos colegas (amigos?) que estão longe de mim agora. Infelizmente não posso entrar num avião e ir ao encontro desses amigos, abrir um sorriso, dar vários abraços e beijos, mas tenho como fazer isso online, pelo menos com as pessoas que lêem ou leram em algum momento o meu blog. Só por curiosidade, acessei o blog um dia desses para ver como estava e bateu uma saudade tremenda. Eu tenho saudade de escrever, saudade das pessoas que  lêem o blog e compartilham. Vir aqui e perceber, surpresa, que ainda existem pessoas que passam para ler o que escrevo, fez-me tomar  pra dizer: „Olá! Quanto tempo!“.

E como velhos companheiros, dou-me a liberdade de dizer que nada mudou. Eu entrei num buraco de minhoca, saí num universo paralelo onde o tempo não passa, e aqui estou como se hoje fosse apenas o amanhã do último post. E na minha ousadia, permito-me até viajar nas idéias, celebrar a felicidade.

Tenho tantos „causos“ para contar. Tanta coisa aconteceu. Mas não vou revelar nada ainda. Esse post é apenas o reencontro, os demais servirão para contar os babados e agora tenho que ir porque tem um nenenzinho lindo e faminto chorando para mamar. Oops, acabei falando demais!

Beijos congelados da Alemanha,

Nanda

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Decoração, Inspiração, Off Topic, Opiniões

Fugindo do comum: papéis de parede com foto

Olá meninas!

Como está o domingão no Brasil? Eu sei. Eu sei. Eu também queria me matar quando tinha que assistir Faustão e todas as besteiras que passam na TV no domingo quando morava no Brasil. Embora eu não tenha a possibilidade de assistir TV brasileira na Alemanha, a qualidade da programação da TV aberta aqui não é tão melhor que a do Brasil. Mesmo que bata uma preguiça na hora de empacotar as coisas para a mudança, o fato de só passar coisa chata na TV ajuda e muito na produtividade da pessoa que vos fala. É melhor trabalhar do que ver besteirol na TV.

Ainda bem que existe internet para nos salvar do trabalho e da chatice da TV. E nada como unir o útil ao agradável buscando inspiração para decorar o nosso novo ninho, né?

Quando ainda morava no Brasil, nos meus primeiros semestres de faculdade trabalhei no Call Center da TIM. Lá tínhamos um quarto para relaxar, o „Canto do Sossego“, acho que se chamava assim. Quando estávamos sob estresse por causa de algum cliente ou problema, tirávamos uma pausa e íamos para lá „desligar“ dos problemas. De vez em quando tinha até massagem! É… trabalhar na TIM era um luxo só! O quarto era pouco iluminado (ui!), tinha música ambiente para relaxar (ui!ui!) e numa das paredes tinha uma foto imeeeensa de uma praia, cobrindo a parede inteira. Eu lembro o quanto adorava ficar olhando para essa imagem gigante, quase me sentindo dentro da paisagem (não, eu não estava sob influência de drogas, nunca estive).

Daí, pensando nos papéis de parede que iremos escolher para decorar a casa, lembrei dessa parede na TIM. Fui no Google na hora procurar por lojas que vendem algo parecido aqui. E qual não foi a minha surpresa ao deparar com fotos lindas e dicas muito especiais de decoração!! Eu quero aplicar o papel de parede com foto em apenas uma parede do nosso quarto.

Preparados? Então vamos lá ver as belezuras que eu achei.

Eu tenho que usar um cliché para dizer isso, mas as possibilidade são realmente ilimitadas.

E vocês, o que acham? Brega ou Cool?

Por favor, se tiver alguém que já aplicou esse tipo de papel de parede, eu ficarei super agradecida se receber dicas!

Beijos quentes da Alemanha,

Nanda

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